Série mostra avanço do contrabando no Sul do Brasil

Santa Cruz do Sul/RS – A expansão do contrabando de cigarros paraguaios para o Brasil e os seus impactos sobre a economia, segurança e saúde pública são tema de uma série especial de reportagens que o jornal Gazeta do Sul publica desde o fim de semana. O contrabando gera prejuízos que superam os R$ 100 bilhões ao ano no Brasil. Estudo do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf) aponta que o mercado ilegal de cigarros movimenta cerca de R$ 6 bilhões por ano no País.

Dividida em cinco partes, Caminhos do Contrabando discute aspectos como a profissionalização dos grupos criminosos que atuam no mercado ilegal de tabaco e a sofisticação de sua operação, a consolidação de novas rotas de escoamento das cargas ilícitas para o Rio Grande do Sul pelas rodovias, as dificuldades enfrentadas pelos órgãos de repressão e as alternativas para se combater o problema.

Durante uma semana, o jornalista e editor Pedro Garcia e o fotógrafo Inor Assmann percorreram alguns dos principais centros de distribuição de cigarros contrabandeados, incluindo as fronteiras com o Uruguai (em Santana do Livramento), Argentina (em Uruguaiana e Porto Mauá) e o próprio Paraguai (em Foz do Iguaçu). Ao todo, foram mais de dois mil quilômetros.

Apenas em Foz, que é a principal porta para a entrada de produtos piratas no País, foram cinco dias de apuração. Além de entrevistas com autoridades, a equipe acompanhou operações de combate ao mercado negro, visitou o depósito da Receita Federal e fez uma incursão em território paraguaio, mais precisamente na região onde se concentram as fábricas cigarreiras. O objetivo era desvendar a logística das quadrilhas, conhecer as suas estratégias e observar como a atividade criminosa repercute na sociedade.

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