Seminário discutirá igualdade em Santa Cruz do Sul

Santa Cruz do Sul/RS – Os jovens aprendizes de Santa Cruz do Sul, Vale do Sol e Venâncio Aires e os egressos de Candelária e Vera Cruz do Programa de Aprendizagem Profissional Rural, do Instituto Crescer Legal, se reúnem no seminário que acontece no próximo sábado, 16 de setembro, no Ginásio José Cláudio Schaefer, na localidade de Boa Vista, interior de Santa Cruz do Sul (RS).

A programação se inicia às 8h30 e vai debater o tema “Viver com igualdade é saber respeitar as diferenças”, com apresentações de trabalhos dos aprendizes do curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural. O evento também contará com a participação do 23º BPM da Brigada Militar e do palestrante Jeferson Cappellari, que apresentará o case de sucesso de sua empresa.

Segundo a educadora líder do Instituto, Eloísa Klein, um dos maiores desafios está na aceitação das diferenças que existem entre as pessoas. “As diferenças são imprescindíveis para o progresso, seja ele pessoal ou coletivo. Falar sobre o assunto é essencial, pois temos muito que aprender uns com os outros”, reflete.

PROGRAMAÇÃO
8h30 – Credenciamento e café de boas vindas
9 horas – Abertura
Palestra: Amando o diferente e as diferenças, com Jeferson Cappellari
Apresentação e mostra de trabalhos dos aprendizes
11h45 – Almoço
13 horas – Apresentação do Conjunto Instrumental da EMEF Felix Hoppe
Conversa sobre empreendedorismo, gestão de recursos e colaboradores, com a gestora da Lisaruth
Atividade de retorno sobre drogas e violência, em parceria com a Brigada Militar – CRPO/23º BPM
15h30 – Café de encerramento

SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, duas turmas foram formadas (Candelária e Vera Cruz) e outras três estão em andamento (Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul). O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno, em suas propriedades, comunidades e em saídas de estudo.

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