Ministério da Agricultura projeta parceria com o Instituto Crescer Legal

Santa Cruz do Sul/RS – O Instituto Crescer Legal dá mais um passo para ampliar seus projetos e fortalecer o programa para capacitar jovens do meio rural. Na última quinta-feira, 16 de fevereiro, a instituição recebeu representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e do Certifica Instituto de Qualidade para tratar sobre uma possível parceria entre o governo e o instituto com o objetivo de desenvolver capacitações em Produção Integrada para os jovens atendidos pela entidade.

Na oportunidade, o grupo conheceu as ações do Instituto Crescer Legal e, em especial o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. A parceria entre Mapa, UFPel e Instituto deverá contemplar palestras sobre boas práticas agrícolas e Produção Integrada, além de visitas técnicas a instituições de pesquisa agropecuária e propriedades que contam com certificação de seus produtos. Para o Instituto Crescer Legal, a iniciativa é muito bem-vinda e será fundamental para ampliar os conhecimentos dos jovens aprendizes rurais, proporcionando oportunidades de capacitação.

SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005).

Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.

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