Centenário do Sistema Integrado de Produção de Tabaco é homenageado

Rio Pardo/RS – Criado em 1918, o Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT) é referência para outros setores do agronegócio do Brasil e do mundo. O pioneirismo da Souza Cruz na criação do Sistema Integrado de Produção de Tabaco foi reconhecido durante a solenidade de abertura da Expoagro Afubra, prestigiada por dezenas de autoridades e convidados. A celebração foi acompanhada pelo governador do Estado do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori.

O sucesso desse modelo está no trabalho daqueles homens e mulheres que começaram a produzir e industrializar naquela época em que isso ainda não era tarefa fácil. É uma alegria ver essa prosperidade e saber que o preconceito está sendo superado, o tabu e a forma conservadora de perceber aqueles que industrializam um produto que é marcado internacionalmente, mas que para as famílias dos nossos produtores é extremamente importante para a sua sobrevivência e para sua manutenção no meio rural”, afirmou Sartori.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, prestigiou o evento. Segundo ele, o centenário celebrado em 2018 e a adesão de outras empresas do setor, reforça o potencial competitivo do modelo que garante vantagens para todos os elos da cadeia produtiva. Nesta quarta-feira, 21 de março, ele participa do Seminário de Produção Integrada Agropecuária, parte da programação da Expoagro Afubra e das celebrações dos 100 anos do SIPT. Na ocasião, Schünke falará sobre o case de sucesso do Sistema Integrado de Produção de Tabaco.

SOBRE O SIPT – Consolidado como um dos pilares do agronegócio do tabaco, o SIPT foca sua atuação na sustentabilidade do negócio, com ênfase nos aspectos econômico, social e ambiental, fortalecendo toda a cadeia produtiva, do produtor ao cliente final. Para o produtor, as vantagens são a garantia de venda da produção de tabaco conforme contratada, a assistência técnica especializada e gratuita e assistência financeira; e o transporte gratuito do tabaco até a empresa. Já para a empresa, os benefícios são o planejamento adequado do volume demandado pelo mercado, a qualidade e integridade do produto e a garantia da estabilidade de volume. E, neste contexto, o mercado (clientes) se beneficia com a segurança no fornecimento do produto, qualidade garantida e rastreabilidade da produção.

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