ALTERNATIVA PARA JOVEM RURAL SERÁ APRESENTADA EM SEMINÁRIO

Santa Cruz do Sul/RS – Até o próximo dia 30 estão abertas as inscrições para o IV Seminário de Aprendizagem Profissional, promovido pelo Fórum Gaúcho de Aprendizagem Profissional (Fogap) com o apoio dos Parceiros da Aprendizagem e o Ministério do Trabalho e Emprego. O evento acontece no dia 6 de outubro, no auditório central da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), e terá como tema Lei da Aprendizagem: semeia e cultiva profissionais.

De acordo com a organização do seminário, o objetivo será fomentar a aprendizagem profissional no meio rural, com abordagens voltadas à legislação relacionada, sua importância e contribuição social, bem como com relatos de experiências de aprendizagem profissional no meio rural. As atividades iniciam às 8h30 com o credenciamento dos inscritos. A solenidade de abertura está programada para 10 horas, com encerramento previsto para 17 horas. Clique aqui para mais informações e inscrições.

Durante a programação será apresentada a primeira ação do Instituto Crescer Legal: o Programa de Aprendizagem Rural, cujo piloto durará aproximadamente um ano, com atividades práticas e teóricas (mínimo de 800 horas). Considerado uma novidade no campo, o piloto será promovido em 2016 no Vale do Rio Pardo e servirá como base para alinhar o conteúdo e o formato do curso, visando atender à demanda por qualificação dos jovens do meio rural para administração da propriedade, a sucessão, agregar tecnologia e possibilitar a prática de forma orientada e voltada à aprendizagem.

Segundo o diretor presidente, Iro Schünke, o programa visa atender um dos grandes questionamentos dos produtores de tabaco: o que os adolescentes devem fazer se não podem trabalhar? “Atuamos no combate ao trabalho infantil desde 1998 e acumulamos uma grande experiência nesse sentido, bem como importantes avanços. Ao mesmo tempo, percebemos defasagens para atender os adolescentes no meio rural. A falta de educação voltada para a realidade no campo faz, cada vez mais, os jovens optarem pelas cidades e, em alguns casos, exercerem atividades na propriedade que não são permitidas pela legislação a menores de 18 anos”, explica Schünke.

Assessoria de Comunicação do SindiTabaco
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